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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

No Copyright


 Não. Qualquer semelhança não será mera coincidência. Minha vizinha de frente está construindo uma casa para o filho aqui no nosso condomínio, na rua de trás. Quando ela me viu colocando os postes de eucalipto tratado para a cerca comentou que gostou, perguntou preços e detalhes de onde os comprei. Hoje, passeando com o cachorro, vi que já está providenciando uma cerca semelhante na nova casa.
Sinceramente, acho legal que mais pessoas usem soluções sustentáveis, como estas madeiras de reflorestamento. Devagar, vou "influenciando" para que meus vizinhos também se tornem mais "ecológicos". Afinal, foi para difundir estas ideias e mostrar que elas podem ser viáveis economicamente que me levou a fazer este Blog. Né? Abraços a todos.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Boa surpresa


Uma das coisas que me surpreenderam (positivamente) em nossa casa foi a conta de luz: bem menor do que no apartamento onde morava antes. Tudo bem que fiz a minha parte: no projeto valorizamos o uso da iluminação e da ventilação natural. Logo, não precisamos de "ar-condicionado". Os banheiros com clarabóia tem iluminação "grátis" até às 20h (isso agora, com o horário de verão). Só utilizamos "lâmpadas econômicas". Mas um detalhe que acho que fez a diferença foi utilizar na fiação da casa cabos superdimensionados, o mais "fino" tem 2,5 mm, na distribuição 4mm e nos chuveiros, 6 mm. Isso evita sobrecarga, que "esquenta os fios", aumentando o consumo e podendo causar problemas mais graves, como incêndios. Ou seja, gastei um pouquinho mais durante a obra, mas recomendo não economizar neste item.
Outro dia o serralheiro veio instalar o portão e teve que usar a máquina de solda elétrica. De repente, ela parou de funcionar. Ele disse que devia ter "caído o disjuntor". Fui olhar e estava tudo normal. Falei com ele para verificar se o fio estava bem conectado na tomada. Bingo, o problema era ali... Pensei comigo: aqui não, jacaré...rs.
Por último, dois outros detalhes podem contribuir também: a rede elétrica é trifásica e está em área rural (menor tarifa). No mais, usamos geladeira, 2 chuveiros, microondas, máquina de lavar roupas, televisão, som, dvd, computadores, cortador de grama e outras ferramentas elétricas...enfim, o necessário para uma família pequena. A conta que chegou hoje é menos de R$ 44,00. Estão anunciando que a partir do próximo mês a conta de luz vai baixar em média 18,5% nas residências, porque o Governo está reduzindo as tarifas (apesar de alguns partidos políticos de oposição serem contra, com pena dos "pobres acionistas"...kkk). No meu caso, a economia será em torno de R$ 8,00, o que não é quase nada. Mas, para muitos, com certeza fará diferença. Né? Ou devo me sentir culpado por não estar dando lucro aos "pobres acionistas"? kkk

P.S: Justiça seja feita. Quem primeiro me alertou da importância de usar fios de eletricidade superdimensionados foi o Ribamar, que era zelador, porteiro, encanador, eletricista, pintor e faz tudo no prédio onde eu trabalhava. Valeu "Riba", te devo mais esta, ok?

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Cuidado, dono bravo


A luz e a ventilação não foram muito prejudicadas

A frente da casa, agora com o portão










Portão Lateral
Homens trabalhando 
Ok, o portão já foi colocado hoje na frente da casa. Aproveitei e fiz um portãozinho lateral usando uma sobra da tela. Agora os cachorros tem toda a varanda e mais da metade do terreno para brincar. Afinal, o dono é mais bravo que eles...rs

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Prender para soltar os bichos

A planta baixa da casa ajudará entender a "solução" que pretendo usar para "cercar" o terreno e, literalmente "soltar os cachorros". O nosso lote tem 19 (de frente) por 40 metros, com um muro no fundo. Inicialmente, pensava em usar a "cerca-viva" apenas. Mas, ela ainda tem "falhas" que permitiriam tranquilamente a entrada e a saída dos animais. Para colocar uma cerca de metal em toda a extensão da "cerca-viva", seria praticamente 100 metros lineares a serem providenciados. Na frente da casa, além da cerca-viva, ainda imagino levantar um muro de alvenaria de uns 8 metros de extensão (sobraram tijolinhos suficientes para isso) e colocar um portão em outros 3 metros. 
Pesquisando nas lojas os materiais disponíveis, vi que estas telas prontas de alambrado tem rolos de 25 metros. Foi ai que imaginei  uma  "solução alternativa": se eu começar a cerca do fundo (muro) para a frente, os 25 metros vão terminar "no meio" da casa. De um lado terei uns 3 metros entre o "paredão" e a cerca. Do outro, do lado da horta, a distância é ainda menor, aproximadamente 1,5 metro. Decidi. Vou comprar apenas 50 metros de alambrado, com 1,5 m de altura e colocar antes da cerca-viva, usando postes de eucalipto tratado como sustentação a cada 2,5 metros. Fechando o fundo e as laterais, eu terei 2 únicos locais de "passagem": a porta de vidro da área de serviço e a entrada da varanda/garagem. Mandarei o serralheiro colocar um portão na entrada da varanda (tem 3,30m de largura). A entrada pela área de serviço permanecerá do mesmo jeito.
O gramado da frente, tem 10 metros da casa até a divisa com a rua, por enquanto ficará sem muros, grades ou telas. Futuramente, quando a cerca viva estiver maior na frente e fazendo o muro de alvenaria, eu mudo o portão de lugar e o reaproveitarei sem problemas.
Assim, agora, evito o gasto com mão de obra para fazer o muro em alvenaria e economizo a metade do material para o fechamento (telas e postes de eucalipto). Na internet achei um site que vende o alambrado 20% mais barato que nas lojas aqui do DF. Já fiz o pedido. Agora é comprar os postes de eucalipto, cavar os buracos e fixá-los com concreto. Logo o Alfa poderá ficar solto, ter muito mais espaço para correr atrás dos passarinhos e ainda ganhar a companhia de uma fêmea,  uma pastor alemão. Ok, ela deve se chamar "Beta"? Ou "Dalila"? Aceitamos sugestões de nomes.
A pampinha trouxe os 20 troncos de eucalipto para a cerca

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Amianto? Aqui não

Pesquisei no google e vi uma foto postada aqui no blog, mostrando as minhas telhas de tetrapack como se fossem "amianto". Confesso que não gostei nem um pouco.
Uma vez, voltando de viagem, minha moto deu problemas e precisei dormir na casa de um amigo em uma cidadezinha aqui perto. O quarto não tinha forro, as telhas eram de amianto e pareciam mofadas. Dormi uma noite lá. Fiquei mal por uma semana, não conseguia respirar direito, como se meu pulmão estivesse "endurecido, seco". Não recomendo a sensação para ninguém.
No exterior, recentemente, o maior fabricante de amianto foi condenado a pagar uma multa milionária no que chamam de "o maior crime ecológico de todos os tempos", pois prejudicou a saúde dos trabalhadores, dos moradores das regiões das fábricas e, lógico, de milhares de consumidores. Não há controvérsia sobre suas consequências: ele é reconhecidamente cancerígeno.
No Brasil, nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul ele já é proibido. Agora o caso está Supremo Tribunal Federal, que interrompeu o julgamento, com os votos empatados. Um dos argumentos favoráveis ao seu uso é "baratear o custo das moradias".
Ao decidir não usar o amianto, encontrei a telha reciclada de tetrapack. É mais leve que a de amianto, tem melhor isolamento acústico e térmico (não esquenta tanto) e a colocação, em termos de mão-de-obra ou estrutura, seriam as mesmas.  A diferença de preço era pequena, as telhas de amianto talvez fossem uns 20% mais baratas. Mas, como não tinha por aqui, tive que "importar" direto da fábrica, no interior de São Paulo e pagar o frete até o DF. E se eu usasse o amianto? Qual seria a economia, considerando o custo final da obra? Com o frete que tive que pagar e tudo, seria no máximo de 1%. Isso, um por cento.
Não é nada, não é nada,  é nada mesmo.
Lembro então aos nossos Magistrados que há alternativas melhores sim do que o amianto. Ecológicas,  que geram emprego e renda na reciclagem e que, com a proibição do concorrente cancerígeno, poderiam ser produzidas em maior escala e consequentemente, baratear seu custo, eliminando esta pequena diferença que existe hoje.
Outro argumento no julgamento do caso Amianto é que não cabe ao STF "proteger" a população destes riscos, que isso seria tarefa para os legisladores, no Congresso Nacional. Independente disso, enquanto eles discutem a quem compete decidir, acredito que a palavra final está com nós consumidores. Eu já disse não ao amianto. E você?


P.S.: Este Blog não é comercial, não anuncio produtos, marcas ou fornecedores. Mas, neste caso vou abrir uma exceção. O fabricante das telhas (que me atendeu bem e encaminhou direitinho meu pedido para a transportadora que contratei) chama-se Ecotérmica. Tem site. Basta procurar na internet.



domingo, 28 de outubro de 2012

Sub-medida

No fim da obra, seu Manoel precisou deixar um outro pedreiro no lugar dele, que só me deu dor de cabeça. O cara era bom de conversa, mas devagar e ruim de serviço. (Foi o tal que me enrolou para colocar o piso, dispensei-o e eu mesmo coloquei boa parte do piso da sala). Ontem vieram instalar a porta de vidro de correr da sala e não teve jeito: não havia espaço para colocar o trilho no chão.
Isso porque ao colocar a soleira de granito, as pedras deixavam pouco espaço. Era para ficar com 3,5 cm de largura, no mínimo. O pedreiro disse que assim faria, mas ficou com apenas 2,5 cm de distância. A profundidade do sulco também era pequena. Resultado: tivemos que arrancar uma das soleiras e aprofundar o sulco com a makita e uma talhadeira. Claro que espalhou uma poeira fina pela sala toda, que dá trabalho para limpar. Coloquei argamassa para nivelar a base do trilho e ela precisa secar antes de colocar os vidros. Os vidros "provisórios" tiveram que ser remontados no lugar para não ficar tudo aberto.
Sim, o ideal era ter colocado os vidros quando os pedreiros ainda estavam aqui trabalhando há um ano. Mas, na época, faltou dinheiro para isso e preferi deixar para depois. De qualquer maneira, agora estamos concluindo e, o mais importante, sem estourar o cartão ou fazer dívidas.

Os rapazes voltarão durante a semana para terminar o serviço. Vou mandar cortar outro pedaço de granito, porque o que tiramos trincou e vou precisar colocar um novo um centímetro mais estreito. Enquanto isso, os novos vidros descansam apoiados na parede da varanda. Até terça-feira já estarão no lugar. Assim espero. Abraços a todos.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O mais complicado na obra


Hoje saio um pouco do padrão habitual do blog, para trazer uma informação que considero fundamental  para quem deseja construir também: a questão dos custo$$$. Ontem mesmo um amigo me perguntou sobre isso. Recentemente, em uma entrevista, me perguntaram qual foi a parte mais "complicada" que enfrentei na construção da casa. Não tive dúvidas, respondi: "-a financeira"...rs.
Calculo que em minha casa tive um custo de R$ 750,00 o metro quadrado construído. Parece muito? Ou pouco? Depende. Tem que levar em consideração vários fatores e, principalmente, lembrar que "nada cai do céu".
Olhando a tabela acima, do Sindicato da Construção Civil (SP), minha casa situaria-se entre um "projeto de interesse popular" e uma "residência popular". Comparado com o valor que eles consideram como "normal" ( R$ 1.231,98 por m2) eu teria economizado 40%.
Aqui no DF, a especulação imobiliária é uma realidade. Ontem, vi uma construtora anunciar que vendeu um empreendimento por R$ 10.500, 00 o metro quadrado. Ou seja, com a minha área construída (quase 150 m2), eles pediriam mais de R$ 1,5 milhão!!! Completamente fora da realidade (pelo menos, da minha realidade financeira).

Alguns fatores que explicam eu ter conseguido "economizar":
  • O tijolinho. O Tijolo ecológico custa mais caro que o tijolo convencional, mas se economiza no acabamento, gasta-se menos argamassa, cimento, areia e evita-se o uso de formas de madeira para as colunas (que são embutidas na própria parede).
  • O telhado. Ao usar a telha ecológica e estrutura metálica, o custo do meu telhado ficou pela metade do que eu gastaria usando madeira e telha colonial.
  • Ter um "projeto". Levei mais tempo "acertando" o projeto com o arquiteto do que na obra em si. Principalmente com o tijolinho, você tem que saber exatamente o que vai fazer. Não adianta querer ficar "inventando" no meio do caminho.
  • A pampinha. Foi um excelente investimento que fiz antes do início da obra. Não paguei frete, não deixei os pedreiros pararem por falta de material e deu agilidade na obra.
  • Pesquisar preços e pagar à vista. Não comprei em um só lugar. Encontrava uma janela em promoção, no tamanho que eu sabia que iria usar, comprava e guardava porque sabia que seria necessária. Pechinchar vale a pena. Porque economizar R$ 50,00 aqui, outros R$ 50,00 ali, no fim da obra isso faz uma grande diferença. 
  • Acompanhar de perto a obra. Além de comprar os materiais, estar "por perto" a cada momento, tirando as dúvidas dos pedreiros, evitando que algo saisse errado. Consertar depois, seria "retrabalho e custos extras".
Assim, só vou me aventurar a fazer a segunda etapa da casa, que seria construir o fogão à lenha, um apartamento para hóspedes e uma "oficina"/quarto de bagunça, quando tiver uma reserva financeira que me permita dar conta. Ou seja, se quero construir mais uns 50 metros quadrados, precisarei arrumar no mínimo mais uns R$ 35 mil reais. É assim, quer a gente queira ou não. Abraços a todos.

P.S.: Hoje estamos plantando a grama. Olha só a parte do fundo da casa já com ela.




quarta-feira, 11 de julho de 2012

Fazer. Sempre

Conversando com minha chefe no trabalho, ela disse que a casa dela tem 12 anos e ainda não está pronta. Respirei mais tranquilo, pois até já me trollaram dizendo que a casa está parecendo "obra de paróquia", que não termina nunca. Hoje o pedreiro termina a calçadinha em volta da casa. Pretendo depois revestir com pedra miracema, um pedra áspera, preta, cortada em pedaços de 10X20 cm (mais R$ 800).
Até setembro, antes de começar as chuvas, estas são as prioridades : colocar porta de vidro de correr na sala (atualmente está fechada com vidro fixo. Último orçamento R$ 1,7 mil) Plantar cerca de 400 m2 de grama no terreno (custo R$ 2,4 mil). Construir 4 pilares de alvenaria e colocar o pergolado ao lado da varanda (imagino gastar uns mil reais), fazer o rejunte externo nas paredes com cimento e terra, passar selador (calculo uns 1,5 mil).
Ficará faltando terminar a rampa de acesso à garagem,  levantar 7 metros de muro em alvenaria na frente da casa e colocar um portão de ferro. Mas isso fica para depois, deixa a cerca viva crescer com as chuvas do fim do ano. E claro, programar o caixa para dar conta de tudo.

Falando em fazer, a novidade é a nova Fazer. A XT (a "negona" ao lado)virou o telhado da casa e a Fazer (a azulzinha acima) virou blindex e o piso da varanda. Pois agora, comprei outra Fazer, esta vermelhinha da foto. Do mesmo ano da que vendi, só que com menor quilometragem e mais "incrementada" com acessórios. Já rodei 550 km com ela e gastei exatamente R$ 47,00 de combustível. A pampinha que me perdoe, mas andar com moto é 3X mais econômico.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Instalando forro



Mês de maio, o frio começou a dar as caras. Isso me fez "sentir na pele" que os quartos da casa precisariam  logo serem forrados. Desde o projeto, a ideia era colocar placas de gesso acartonado. Custa mais caro do que as plaquinhas comuns de gesso, são maiores, trincam menos, dão um melhor acabamento final, são mais resistentes e o sistema de colocação é diferente. Elas são parafusadas nas guias, que por sua vez são sustentadas por um arame grosso e reguladas na altura por esticadores.
Fui pesquisar o material necessário e resolvi  botar a mão na massa. (O que não é nenhuma novidade, né?). Cortei os arames nos tamanhos certos, coloquei-os nos esticadores (ver foto com o alicate) e com os conjuntos prontos (foto maior), coloquei-os nas canaletas.
Em cada quarto serão 6 canaletas com 3 m de comprimento, com 4 esticadores presos nos ferros de sustentação do telhado. A altura do forro vai ficar com 2,60m. Durante a semana comprarei as placas de gesso (1,80 m x 1,20 m) e as fixarei. Depois é colocar uma fita para dar acabamento nas junções das placas e passar uma massa para tirar as imperfeições. Junto às paredes vai uma cantoneira de metal pela parte interna, onde as placas também serão parafusadas. Sancas de plástico darão o acabamento.
Fiz as contas. Fazendo eu mesmo o serviço, ele sairá pela metade do preço que cobrariam pelo m2 instalado. Ou, vou gastar mais ou menos o que custariam as plaquinhas simples e ter um material de melhor qualidade. Imagino que no próximo fim de semana já estará pronto, ok?

P.S.: Postarei notícias. E fotos, claro.

sábado, 24 de março de 2012

Jênio contra o Moto-Çerra


O problema: antes de começar a construir, resolvi que plantar uma cerca viva seria o mais legal. Ficava mais barato do que fazer um muro, daria privacidade e segurança, podendo deixar o(s) cachorro(s) solto(s). Plantei umas 400 mudas de sansão do campo, uma cerca viva cheia de espinhos iguais aos de roseiras, que, dizem, não passa nem cobra ou gato por ela, já que são cerca de 300 espinhos por metro quadrado.
Pois bem, a cerca viva só vingou e ficou bacana num dos cantos da frente da casa, no restante ela pegou mas não cresceu o suficiente. Vi na internet que o adubo que dava melhor resultado para ela era os com maior concentração de fósforo. Comprei o adubo e espalhei por toda a cerca.  Agora é esperar pra ver ser ela cresce no restante do terreno. Mas, na frente da casa a cerca estava muito alta e se espalhando pelos lados. Tentei cortar com uma tesoura de poda, mas os galhos grossos complicavam. Usei uma serra manual, dava uma canseira danada e o serviço não rendia. Existem uns aparadores eletricos de cerca viva, mas achei que eles não dariam conta dos galhos mais grossos. A saída seria comprar uma motoserra, que custa em torno de 900 reais. Foi ai que resolvi testar uma outra solução: durante a obra tive que comprar uma máquina serra-mármore, para cortar pisos e cerâmicas. Coloquei um disco nela apropriado para cortar madeiras, uma extensão elétrica que eu já tinha e fiz o teste. Descobri que ela cortava os galhos brincando (são 12 mil rpm). O resultado pode ser visto na foto maior, a cerca viva aparada, certinha. Evitei precisar comprar uma moto-serra, que é mais caro e pesa bem mais, tornando o serviço mais cansativo. Até porque moto-serra não é nada simpático ou ecológico, lembra desmatamento ou aquele doido que queria ser presidente e antes jurou que não deixava a prefeitura de SP, porém deixou, e agora quer ser candidato de novo. É até capaz de ter gente que ainda vota no "coiso". Coisa mais doida, né? Mas, enfim, economizei uns bons trocados, né?

P.S1.: Fui ver na nota fiscal, o peso da serra-mármore. Diz lá: 3,8 kg. A motoserra a gasolina mais leve que vi era 1 kg a mais. Isso faz uma diferença enorme na dor nas costas no dia seguinte...rs.

P.S2.: O Alfa odeia o barulho da serra elétrica.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Up-grade

Olá, People. Na próxima semana vou correr atrás de ligar o telefone e a internet em casa. Enquanto isso, para postar aqui, só quando tenho uma folga no trabalho e isso está se tornando coisa cada vez mais rara...rs. Mas, a novidade é que a Fazer foi vendida e com o dinheiro dela, farei um "up-grade"na casa.
Assim como a  "negona", a outra moto  que vendi antes, virou o telhado, a  Fazer deve se transformar em 2 portas e 1 janela em blindex, e se der, também na compra da cerâmica para a área externa.
Na foto maior, vemos a porta da área de serviço que assim, deve ganhar seu vidro definitivo. O atual, não abre. Está fixo só  "tapando o buraco".
Creio que até o fim do carnaval já terei avançado nestas evoluções. Só não vale desafinar ou perder o ritmo, né? Abraços a todos.


domingo, 25 de dezembro de 2011

Sr. Noel, marceneiro


 No último post disse que iria fazer as "caixas" para os armários dos banheiros. Ontem, sábado de Natal, encontrei uma madereira aberta e comprei algumas placas de compensado e OSB. Depois do almoço fui lá cortar as madeiras e montar as "caixas". Sai  já de noite, peguei uma chuva de verão daquelas (eu de moto), passei em casa, me livrei das roupas encharcadas e fui para a festa de natal da família da minha esposa. Na foto principal, acima, o armário já no local em que ele será instalado no banheiro social. Ele será fixado nas paredes, a uns 15 cm de altura do piso. A foto da direita mostra o outro armário, que ficará na suíte. A única diferença entre eles é a cuba. Eu queria comprar 2 iguais, mas a cuba de apoio em promoção na loja (não vou fazer merchan, ok?) era a última peça em estoque. O jeito foi comprar em outro lugar a cuba de embutir do banheiro social. A foto na esquerda mostra a caixa do armário sendo montada na garagem, ao lado da cola e do martelo. Faltou só aparecer a serra tico-tico, usada para cortar as madeiras. Nos armários, a lateral branca e a faixa em cima das portas é de uma sobra de MDF que encontrei abandonada em uma caçamba de entulho de obra. As demais madeiras são da  placa OSB que comprei (14 milimetros). Falta só fixar as portas e cortar um pedaço de compensado para fazer a prateleira. O tamanho dos armários: 80 cm de largura, 75 cm de altura e 50 cm de profundidade. Como os banheiros não são grandes (2,40m X 1,4 m), ajudarão em muito a aproveitar o espaço. Quanto gastei? Cerca de 5 horas de trabalho e R$ 39,00 da madeira. A cola e os pregos eu tinha em casa.
Agora, o próximo "serviço" será  fazer a "caixa" para o guarda-roupas dos quartos (Já tenho as portas prontas para um deles, ver no post "Sob medida, de novo"). Aguardem e verão.
Engraçado é que mesmo eu mostrando as fotos no celular, na festa de natal, minha cunhada ainda duvidava que eu mesmo tinha feito "o serviço de marceneiro". Então, tá. Foi o Papai Noel que passou lá na obra e entregou. Né?

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Tapume de vidro



Acima, o blindex que peguei emprestado com meu cunhado ontem, já coloquei na entrada da área de serviço. Provisoriamente, eles estão fixos. Usei pedaços de madeira para fixá-los na parede. Isso porque os vidros definitivos só serão feitos quando o piso já estiver no lugar  e aí se mede o tamanho exato  do blindex definitivo. Como devo me mudar antes deles estarem  no lugar, e para não ficar sem porta, os vidros emprestados são uma espécie de "tapume", só para fechar a passagem. Depois farei isso também na porta principal. Só a pequena porta para a varanda do outro lado,  não terá jeito, vou improvisar um tapume mesmo, com dobradiças e um cadeado para fechar.
P.S.: hoje coloquei o "tapume de vidro" também na porta da sala. Ok, ele está precisando de uma limpeza.

Até sexta-feira devo estar o piso colocado na sala, cozinha e área de serviço. Hoje mandei também cortar 2 pedaços de mármore para as pias dos banheiros. Em uma das lojas achei caro. Em outra, só entregavam em 3 semanas. Encontrei um lugar mais barato e que me prometeu entregar as pias montadas no meio da próxima semana.
Amanhã vou ver com o seu Manoel os canos que preciso comprar para ligar a caixa d'água na rede e também os canos que irão para a fossa. A água usada em torneiras e na lavanderia vou desviar para a frente da casa, fazendo uma irrigação subterrânea para o futuro gramado. Vocês repararam que o tambor mudou de lugar?

domingo, 18 de dezembro de 2011

Lista de Natal

Ontem, sábado, fui comprar uns materiais pela manhã e por volta de meio dia cheguei na obra. Em menos de 4 horas, coloquei uns 4 metros de cerâmica. Já peguei o jeito, assentei 20 placas e só quebrei uma. O segredo é preparar um pouco de argamassa de cada vez e ir trabalhando sem muita pressa. Neste ritmo, acho que em uma semana o piso já estará colocado e rejuntado. Na foto acima, a parte da sala trabalhando, indo da porta em direção a cozinha. Um detalhe: só aqui tenho 9 tomadas instaladas.
Hoje vou na casa do meu cunhado pegar uns vidros blindex emprestados. A porta principal terá 2,56 m de largura, com 4 vidros, 2 fixos e 2 de correr. Como só terei dinheiro para mandar instalar o blindex qdo vender a moto, vou pegar alguns vidros emprestados e fixá-los provisoriamente no local, para que a casa não fique aberta. Nestas horas a pampa é muito útil. A ajuda dos amigos e familiares, também.
Como já disse aqui, ganhei armários e portas do meu chefe. Minha irmã e meu pai me ajudaram e agora, um amigo me emprestou um dinheiro que será suficiente para a "lista de presentes de Natal":  uma Makita para cortar cerâmicas e madeiras, uns 20 metros de revestimento, uma pedra de granito para a pia de um dos banheiros, 4 portas com dobradiças e fechaduras, caixa de gordura e canos para ligar a água, selador para as paredes e tinta acrílica branca. Acho que isso é o mais urgente.
Nesta semana, enquanto termino de colocar o piso, seu Manoel cuidará de ligar e instalar a parte hidraúlica. Terei que chamar um marceneiro para instalar as portas. Na outra semana pretendo montar e instalar alguns armários e pintar de branco a parte interna da casa. Entre o Natal e o Ano Novo, deverei fazer a mudança.
O rejunte das paredes, o selador e o piso nas partes externas, assim como o forro de gesso, ficará para depois, quando já estiver morando lá. Afinal, tenho que garantir um pouco de "diversão" para o ano novo, né?

P.S: Busquei os vidros hoje. Rodei uns 30 km com eles na caçamba. Santa pampinha, chegaram todos inteiros. Por sorte, a altura encaixa direitinho na minha porta. A largura eu sabia que estava na medida. Meu "provisório" vai ficar bem legal.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Agora é comigo


 Hoje sai mais cedo do trabalho para acertar com os pedreiros e ver até onde eles conseguiram adiantar o serviço. A partir deste fim de semana, eu assumo a continuação da obra. Na foto acima, o sol do fim da tarde ilumina a parede lateral. A frente da casa, agora com as janelas sem a proteção da embalagem. Ao lado, a janela vista do quarto da direita. O piso já está colocado e, no canto, um pouco mais alto e sem a cerâmica, é o local onde terá o guarda-roupas. A foto da direita mostra parte da sala e a varanda ao fundo. A parede iluminada pela janela é onde ficará a estante para a tv e o som. Do outro lado desta parede, indo em direção aos quartos, ficará o computador. Onde será a porta de vidro separando a sala da varanda foi colocada a cerâmica, para que se saiba a altura exata para mandar instalar o blindex. O restante do piso da parte interna da casa, começo a assentar no sábado. Faltam uns 40 metros quadrados de piso e pelo menos o revestimento do box de um dos banheiros. Agora é botar a mão na massa e mudar assim que possível. A ideia de um mutirão seria legal, mas conseguir  amigos e familiares dispostos a ajudar já é um pouco mais dificil do que na teoria...rs. Assim, depois de 6 meses de obra, estas 3 semanas serão decisivas. Assim espero.

P.S- Ainda não vendi a Fazer (aqui o anúncio http://bit.ly/vNV7Kh ). Moto boa, anda bem e é econômica. Faz 30 km/litro. E claro, irá acelerar a compra dos vidros e do material que ainda falta.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Putz, o ano acabou. $$$ também.

Olá, pessoas que acompanham os meus posts. Eu já estava me sentindo culpando por não postar nada há mais de 10 dias...garanto que isso nunca me aconteceu antes. Mas, também este é meu primeiro blog e minha primeira casa própria, né?
Aconteceram coisas nestes dias. No trabalho, os preparativos para o almoço de fim de ano com clientes, deu tudo certo, tivemos 85 pessoas presentes, bons contatos. Foi cansativo, mas valeu a pena. Vamos para 2012 com boas perspectivas. Por outro lado, perdi um cliente que também perdeu nosso almoço. Mas, tudo bem. Ele era daqueles que não gostava de pagar ou valorizar o trabalho intelectual, só os "produtos".  Muita canseira e pouco lucro. Xáquieto. Teve também o livro do Amaury Ribeiro Jr, sobre a Privataria Tucana. Mostra os caras levando bilhões de dólares para as ilhas Virgens e voltando para as contas da filha, genro, amigos... em um esquema de lavagem de dinheiro que Al Capone não deve ter nem sonhado. Da mesma forma que estes políticos ladrões nunca entenderão o prazer de construir sua casa com muito suor e  dificuldade. Tem coisas que o dinheiro não compra. Ainda bem, né?
Mas, então. Voltando a falar da obra. Vocês viram que eu tentei, mas não teve jeito. Tive que anunciar  a venda da Fazer, meu dilema do post anterior.  (Interessados, aqui o link:  http://migre.me/77ydQ ). E ainda nesta semana, dispenso os pedreiros (que já foram avisados semana passada). A coisa apertou, não entrou um dinheiro que eu esperava conseguir e o jeito vai ser botar a mão na massa. O Natal tá chegando e tenho que me mudar. Tentarei conseguir folga no trabalho na próxima semana, para trabalhar na obra. Na outra semana, será recesso mesmo. Então, a meta é "ano novo já na casa nova".
Pedi que os pedreiros assentassem o piso da casa.  Vamos ver se terminam a parte interna. O rejunte eu mesmo farei. Assim como farei o rejunte dos tijolos. Colocar portas, pintar e botar os wc funcionando. As tomadas e lampadas já funcionam. Para ajudar, talvez eu traga um tio da minha esposa, que é marceneiro dos bons. Tem o Nils, amigo que também se ofereceu dar uma mão. Acho que vai acabar virando mutirão...rs
Árvore de Natal, Papai Noel, neve...tudo isso é muito bacana, mas deixa lá com os gringos, né? O meu fim de ano vai ser  trabalhando na casa e fazendo a mudança. Como eu costumo dizer, "a teimosia é uma de minhas poucas virtudes".

P.S.: Consegui folga no meu trabalho de 3 semanas para terminar a casa e me mudar. As 2 ultimas de dezembro e a 1a. de janeiro.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fazer ou fazer?

Quando eu postei aqui que a "Moto subiu no telhado" eu mostrei a "Negona" -que foi vendida lá atrás- antes de "fazer" o telhado. Até falei da "Fazer", mas só a mostro agora, é a moto azul na foto ao lado.
Pois cheguei na seguinte encruzilhada: preciso entregar o apto em que moro e me mudar logo para a casa, mas faltam coisas para "fazer" na casa e o $$$  tá faltando.
Vou priorizar algumas coisas na obra, para me mudar logo e dar uma parada. Indo, livro-me do aluguel. Dando folga pros pedreiros por uns dois meses,  me livro de um gasto que equivale ao que vale a "Fazer", se transformada em $$$. Tenderam? Vou tentar explicar.
Tendo os  quartos e banheiros prontos, mais a cozinha pela metade,  com água, eletricidade e pedindo pra transferir o telefone (com a internet dentro) dá para mudar. Certos detalhes eu mesmo posso cuidar neste período: terminar  o rejunte das paredes, passar o selador nas paredes externas e pintar as paredes internas diretamente no tijolinho, além de montar os armários. Terei o recesso de fim de ano e posso tirar uns dias de férias também.
Feito isso, o dinheiro não gasto com aluguel e com os pedreiros, me dará uma folga para poder retomar a obra. Chamo eles de novo e continuamos .
Dentro da casa, faltará colocar o forro de gesso e assentar o resto do piso, que já comprei. Falta ainda comprar os revestimentos das paredes (wcs, área de serviço e cozinha) e o piso da área externa.
Terminando, será hora de revestir a rampa de acesso à garagem com pedra de Pirinópolis e fazer uma calçadinha também com ela em volta da casa toda (necessário para proteger os alicerces de infiltrações).
Após isso, murar e gramar o restante do terreno. É muita coisa? Pode até ser, mas agora é fazer ou fazer.  E, sinceramente, tô tentando salvar a "Fazer".

P.S: se alguém não entendeu pq minha preocupação em "salvar", uma moto, favor dar uma olhada no meu perfil. Em especial na parte em que me defino como "motociclista".

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Piso pesado

Parecia ser uma oportunidade única. Minha prima comprou um apto e não queria os pisos e materiais de acabamento-padrão que a construtora oferecia. Segundo ela mesma, "frescuras de mulher". Assim, ela iria me repassar este material pela metade do preço de mercado. Porcelanato, pias, metais...Esperei. Mas, como parte dos pisos estava danificada ou fora das caixas, ela não aceitou. Aí foi a vez da construtora enrolar. Teriam que conferir tudo, enviar relatório para a matriz...aguardar uma solução...desisti. Não iria atrasar minha obra esperando resolver esta novela. Assim, voltei ao plano inicial, que era colocar cerâmica na casa toda. Vou usar apenas 2 tipos de piso. Um para a parte interna da casa e outro para área externa. Isso diminui as sobras e perdas de material.
Hoje comprei todos os pisos da parte interna da casa e levei a metade deles na camionetinha (economizei R$ 150 de frete). A outra metade, busco semana que vem. Assim garanto que sejam todos do mesmo lote, sem diferença de tonalidades.
Chegando na obra, era horário de almoço dos pedreiros. Como tinha que resolver isso logo e ir trabalhar, lá fui eu descarregar as 17 caixas de piso. Bom né? Cada uma delas pesa "só" 35 kgs. Ou seja, seria "só" uns 600 kgs. Sobrevivi, até prova em contrário (Amanhã, quando acordar, espero não estar todo quebrado).
Não teremos o porcelanato branco gelo, mas a cerâmica é da mesma cor. As paredes internas serão também todas pintadas de branco. Ou seja, vai ajudar "iluminar" a casa. De qualquer maneira, saio no lucro, já que a metade do preço do porcelanato ainda seria 20% mais caro do que paguei na cerâmica.

(Comentário do dia seguinte: até que não fiquei tão mal. É só não abaixar, que a coluna não dói.)

domingo, 20 de novembro de 2011

"seo" Manuel, o "Mestre"


Quando ia começar a obra, tive que tomar uma decisão importante. Quem iria construir minha casa e de que maneira? Decidi que seria o "seo" Manuel, um mestre de obras que já tinha feito 4 casas em meu condomínio, com excelentes referências (o de verde, nas fotos). Honesto, trabalhador, caprichoso no serviço, não desperdiça material... Esperei ele terminar uma obra, depois ficou uns dias adoentado...esperei. Ok, não deu para ser em abril/maio como eu queria, só conseguimos começar em junho. Ele trouxe um ajudante, o Marcelo, que faz o serviço mais pesado, como misturar o concreto, descarregar os sacos de cimento, etc. Combinamos que eles receberiam por diárias, pagas toda sexta-feira. Neste tipo de acordo, o problema é quando o dono não está presente na obra e o serviço é feito em "marcha lenta". Felizmente, isso não aconteceu. Com apenas 2 trabalhadores, em 6 meses, já estarei morando lá. O custo da mão de obra ficará em torno de 20% do total gasto na casa. Sei que se tivesse 4 pessoas trabalhando, a obra iria mais rápido, mas não seria feita na metade do tempo. E toda semana teria que desembolsar o dobro. Então, preferi ir devagar com o andor...
Sobre o "seo" Manuel, o Pedro Grilo disse o seguinte -"Ele é experiente e esperto, pega as coisas rapidinho. Não tem experiência com o tijolinho, mas você tem informação suficiente para orientá-lo". Sempre ouvia reclamações de quem construia, de que era muito difícil lidar com pedreiros, etc. Acho que a "culpa" muitas vezes está nos "patrões". Cumpri o combinado, nunca atrasei o pagamento deles. Além disso, tem que estar por perto, não deixar faltar material e conversar para saber o que deve ser feito a cada momento. Por exemplo, colocamos os batentes das portas, eu já queria instalar as portas. Conversei com "seo" Manoel e ele falou que primeiro precisaria nivelar o contra-piso e botar a cerâmica. Só depois, sabendo a altura exata do piso, colocariamos as portas. É assim...vivendo e aprendendo, né?

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mão na massa

Aproveitei o feriado do dia 15 e passei o dia inteiro na obra. Os pedreiros estavam fazendo o rejunte das paredes (igualando com massa, tirando os buraquinhos) e preparando os batentes para colocação das portas. (Ver fotos abaixo) Assim, eu mesmo resolvi assentar os tijolos para colocar a pia da cozinha. No final, preenchemos os buracos dos tijolos com concreto.
Na parte debaixo da pia, vou colocar prateleiras de madeira e portas de correr em MDF. Esta mesma solução usarei também nos armários dos quartos. Vou comprar as madeiras já cortadas nos tamanhos exatos e eu mesmo farei a instalação. Aviso aos navegantes: não aconselho fazer isso em casa, se você não tem experiência. Eu só farei porque já fiz camas, armários e outras peças de marcenaria. Nada de mais para quem é neto de carpinteiro, né?
Colocadas as portas internas, vamos nivelar o contra-piso e iniciar a colocação das cerâmicas. Temos que ligar também as tomadas e pontos de luz da casa. Tendo os quartos e os banheiros prontos,  em 2 semanas creio que já terei condições de começar a mudança. O resto a gente vai fazendo, né?