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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Não mais à venda

Eu tinha resolvido trocar a Fazer Vermelhinha por uma moto mais antiga, conforme postado aqui. Coloquei um anúncio na internet (de graça e dá mais resultado do que anunciar no jornal impresso, que não é nada barato) 69 pessoas visualizaram e uma me ligou interessada em ficar com ela. Só que o vendedor da outra moto desistiu de vender, vai deixar a moto com o filho dele. Logo, a Vermelhinha fica conosco, não esta mais à venda. Um amigo meu, que é dono de revenda de motos, tinha me desaconselhado a troca, afinal eu iria sair de uma moto nova, moderna, para uma mais antiga, que pode ser difícil encontrar algumas peças de reposição. Então, ficamos assim. O Alfa vai poder continuar pulando na Fazer sempre que a gente sai e disparando o alarme dela, como protesto. E uivando incomodado com o barulho. Normal...rs

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Troca com troco



O que dizer de alguém que fica feliz em trocar uma moto nova, econômica, que nunca deu defeito por outra com o dobro da idade? Este cara sou eu. Estou comprando o Xiselão azul acima e vendendo a Fazer vermelhinha. Motivos? Vou tentar explicar racionalmente, até porque tem coisas que só a paixão motociclística pode decifrar. Para começar, eu gosto de motos trail. Tive 2 XL 250 e uma XT 600 (a saudosa "Negona"). Para chegar em casa pego 1km de estrada de terra, que na época da chuva (como agora) se transforma em estrada de lama. A Fazer é uma excelente moto, mas para o asfalto. Dá até dó colocar a coitada no barro, ela não nasceu para isso. Apesar de não ser mais fabricada, a XLX que estou comprando foi uma das melhores motos já lançadas no país, mecânica simples, resistente, um tratorzão. E esta é uma verdadeira relíquia: tem apenas 30 mil km rodados, ou seja, está em perfeito estado.
Assim, decidi trocar de moto. Vai sobrar um troco, que pretendo usar o dinheiro para cercar a casa. Já vi o preço do alambrado e dos postes de eucalipto tratado. Enquanto a cerca-viva não "fecha completamente", o alambrado permitirá que eu "solte os cachorros". Ok, que por enquanto é ainda no singular, apenas com o Alfa, que vai gostar muito de poder correr livre na grama atrás dos passarinhos. Mas logo tratarei de arrumar uma companhia para ele, estou pensando em uma fêmea de pastor alemão (que deve impor mais respeito aos intrusos do que o Alfa). 
P.S:
Estamos nos preparativos para a Festa do Fim do Mundo. Por esta razão não postei muita coisa nova nas últimas semanas. Criei um "evento" no feicebuqui e estamos mantendo os amigos informados do que estamos aprontando para recebê-los. Estou tentando trazer uns brothers que tem uma banda de blues para fazer um som ao vivo, ainda aguardo a confirmação deles, mas acho que vai rolar. Qualquer coisa, os vinis anos 80 quebram o galho também. Já consegui 2 tendas de 3X3 mts e penso em arrumar mais uma, para abrigar músicos e equipamentos, como também para colocar mesas e cadeiras no gramado (nesta época, sempre pode chover, né?). Já comprei e instalei 3 refletores para iluminar o gramado (um é o que está na esquerda na foto e os outros 2 iguais ao da direita) e coloquei mais 2 luminárias simples na parte externa. Claro que todos utilizando lâmpadas econômicas, afinal a casa é ecológica, né?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Tempo é dinheiro?



Alguns fatores contribuíram para que em 7 meses de obra eu tenha conseguido me mudar para a casa. Houve planejamento, tinha economizado dinheiro para chegar até o telhado antes da época das chuvas, a pampinha agilizou e evitou que eu pagasse fretes, etc. Mas teve um outro detalhe importante: negociei na empresa em que eu trabalhava que iria primeiro na obra e depois para o trabalho. Assim, acordava cedo, via se estava tudo ok ou se precisava comprar mais cimento, por exemplo, e depois ia para o trabalho. Tinha dia que complicava e acabava chegando lá só na hora do almoço. Este "acompanhamento da obra" foi fundamental. Evitou desperdícios, economizou, agilizou.
Pois, bem. Vim morar aqui e claro, faltando ainda alguns detalhes a serem completados. Como plantar grama, cuidar da cerca-viva, das árvores, da calçadinha, fazer o pergolado, horta...e por aí vai. Mudei de emprego, o salário melhorou, mas não tinha mais disponibilidade de tempo para fazer as coisas, só nos fins de semana. Minha passagem neste novo emprego foi rápida. Nestas mudanças, recebi férias, 13º, FGTS...zerei as faturas do cartão de crédito e consegui comprar de novo uma moto. Ou seja, sai no lucro.
Agora tomei uma decisão importante sobre trabalho. Tenho um cliente que presto consultoria há uns 5 anos, temos tido bons resultados juntos, acabamos de ganhar um prêmio importante de marketing e vendas. Negociei com este cliente a prestação de um serviço continuado que me permitirá trabalhar em casa, pela internet. Receberei um valor fixo mensal que pagará as minhas "despesas básicas",  com a possibilidade de fazer outros serviços para este e para outros clientes eventuais, que me darão o "dinheirinho extra". 
Ter a casa e poder trabalhar nela, é a realização de um projeto de vida. Posso organizar melhor meu tempo, evito pegar trânsito todo dia para ir trabalhar e posso cuidar dos detalhes que faltam na casa. Minha esposa comentou que o Alfa vai gostar de conviver mais com o dono também. 
Assim, vamos indo. Como mostram as fotos,  no alto, a cerca viva na parte da frente que acabei de aparar. Do lado esquerdo, a cerca viva da lateral e as estacas que coloquei junto aos pés de maracujá que plantei. Entre estas estacas e a parede da varanda, em breve espero ter o pergolado, que será "invadido" pelo maracujá. Na foto da direita, mais um detalhe da calçadinha feita ao redor de toda a casa. Tem a função de proteger a fundação de infiltrações, fazendo um "passeio" ao redor dela. Vou comprar a pedra miracema e eu mesmo revestirei toda a calçadinha.
Adeus ponto eletrônico e catraca de entrada no serviço. Não sentirei a menor saudade. Abraços a todos.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Fazer. Sempre

Conversando com minha chefe no trabalho, ela disse que a casa dela tem 12 anos e ainda não está pronta. Respirei mais tranquilo, pois até já me trollaram dizendo que a casa está parecendo "obra de paróquia", que não termina nunca. Hoje o pedreiro termina a calçadinha em volta da casa. Pretendo depois revestir com pedra miracema, um pedra áspera, preta, cortada em pedaços de 10X20 cm (mais R$ 800).
Até setembro, antes de começar as chuvas, estas são as prioridades : colocar porta de vidro de correr na sala (atualmente está fechada com vidro fixo. Último orçamento R$ 1,7 mil) Plantar cerca de 400 m2 de grama no terreno (custo R$ 2,4 mil). Construir 4 pilares de alvenaria e colocar o pergolado ao lado da varanda (imagino gastar uns mil reais), fazer o rejunte externo nas paredes com cimento e terra, passar selador (calculo uns 1,5 mil).
Ficará faltando terminar a rampa de acesso à garagem,  levantar 7 metros de muro em alvenaria na frente da casa e colocar um portão de ferro. Mas isso fica para depois, deixa a cerca viva crescer com as chuvas do fim do ano. E claro, programar o caixa para dar conta de tudo.

Falando em fazer, a novidade é a nova Fazer. A XT (a "negona" ao lado)virou o telhado da casa e a Fazer (a azulzinha acima) virou blindex e o piso da varanda. Pois agora, comprei outra Fazer, esta vermelhinha da foto. Do mesmo ano da que vendi, só que com menor quilometragem e mais "incrementada" com acessórios. Já rodei 550 km com ela e gastei exatamente R$ 47,00 de combustível. A pampinha que me perdoe, mas andar com moto é 3X mais econômico.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Up-grade

Olá, People. Na próxima semana vou correr atrás de ligar o telefone e a internet em casa. Enquanto isso, para postar aqui, só quando tenho uma folga no trabalho e isso está se tornando coisa cada vez mais rara...rs. Mas, a novidade é que a Fazer foi vendida e com o dinheiro dela, farei um "up-grade"na casa.
Assim como a  "negona", a outra moto  que vendi antes, virou o telhado, a  Fazer deve se transformar em 2 portas e 1 janela em blindex, e se der, também na compra da cerâmica para a área externa.
Na foto maior, vemos a porta da área de serviço que assim, deve ganhar seu vidro definitivo. O atual, não abre. Está fixo só  "tapando o buraco".
Creio que até o fim do carnaval já terei avançado nestas evoluções. Só não vale desafinar ou perder o ritmo, né? Abraços a todos.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Tapume de vidro



Acima, o blindex que peguei emprestado com meu cunhado ontem, já coloquei na entrada da área de serviço. Provisoriamente, eles estão fixos. Usei pedaços de madeira para fixá-los na parede. Isso porque os vidros definitivos só serão feitos quando o piso já estiver no lugar  e aí se mede o tamanho exato  do blindex definitivo. Como devo me mudar antes deles estarem  no lugar, e para não ficar sem porta, os vidros emprestados são uma espécie de "tapume", só para fechar a passagem. Depois farei isso também na porta principal. Só a pequena porta para a varanda do outro lado,  não terá jeito, vou improvisar um tapume mesmo, com dobradiças e um cadeado para fechar.
P.S.: hoje coloquei o "tapume de vidro" também na porta da sala. Ok, ele está precisando de uma limpeza.

Até sexta-feira devo estar o piso colocado na sala, cozinha e área de serviço. Hoje mandei também cortar 2 pedaços de mármore para as pias dos banheiros. Em uma das lojas achei caro. Em outra, só entregavam em 3 semanas. Encontrei um lugar mais barato e que me prometeu entregar as pias montadas no meio da próxima semana.
Amanhã vou ver com o seu Manoel os canos que preciso comprar para ligar a caixa d'água na rede e também os canos que irão para a fossa. A água usada em torneiras e na lavanderia vou desviar para a frente da casa, fazendo uma irrigação subterrânea para o futuro gramado. Vocês repararam que o tambor mudou de lugar?

domingo, 18 de dezembro de 2011

Lista de Natal

Ontem, sábado, fui comprar uns materiais pela manhã e por volta de meio dia cheguei na obra. Em menos de 4 horas, coloquei uns 4 metros de cerâmica. Já peguei o jeito, assentei 20 placas e só quebrei uma. O segredo é preparar um pouco de argamassa de cada vez e ir trabalhando sem muita pressa. Neste ritmo, acho que em uma semana o piso já estará colocado e rejuntado. Na foto acima, a parte da sala trabalhando, indo da porta em direção a cozinha. Um detalhe: só aqui tenho 9 tomadas instaladas.
Hoje vou na casa do meu cunhado pegar uns vidros blindex emprestados. A porta principal terá 2,56 m de largura, com 4 vidros, 2 fixos e 2 de correr. Como só terei dinheiro para mandar instalar o blindex qdo vender a moto, vou pegar alguns vidros emprestados e fixá-los provisoriamente no local, para que a casa não fique aberta. Nestas horas a pampa é muito útil. A ajuda dos amigos e familiares, também.
Como já disse aqui, ganhei armários e portas do meu chefe. Minha irmã e meu pai me ajudaram e agora, um amigo me emprestou um dinheiro que será suficiente para a "lista de presentes de Natal":  uma Makita para cortar cerâmicas e madeiras, uns 20 metros de revestimento, uma pedra de granito para a pia de um dos banheiros, 4 portas com dobradiças e fechaduras, caixa de gordura e canos para ligar a água, selador para as paredes e tinta acrílica branca. Acho que isso é o mais urgente.
Nesta semana, enquanto termino de colocar o piso, seu Manoel cuidará de ligar e instalar a parte hidraúlica. Terei que chamar um marceneiro para instalar as portas. Na outra semana pretendo montar e instalar alguns armários e pintar de branco a parte interna da casa. Entre o Natal e o Ano Novo, deverei fazer a mudança.
O rejunte das paredes, o selador e o piso nas partes externas, assim como o forro de gesso, ficará para depois, quando já estiver morando lá. Afinal, tenho que garantir um pouco de "diversão" para o ano novo, né?

P.S: Busquei os vidros hoje. Rodei uns 30 km com eles na caçamba. Santa pampinha, chegaram todos inteiros. Por sorte, a altura encaixa direitinho na minha porta. A largura eu sabia que estava na medida. Meu "provisório" vai ficar bem legal.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Agora é comigo


 Hoje sai mais cedo do trabalho para acertar com os pedreiros e ver até onde eles conseguiram adiantar o serviço. A partir deste fim de semana, eu assumo a continuação da obra. Na foto acima, o sol do fim da tarde ilumina a parede lateral. A frente da casa, agora com as janelas sem a proteção da embalagem. Ao lado, a janela vista do quarto da direita. O piso já está colocado e, no canto, um pouco mais alto e sem a cerâmica, é o local onde terá o guarda-roupas. A foto da direita mostra parte da sala e a varanda ao fundo. A parede iluminada pela janela é onde ficará a estante para a tv e o som. Do outro lado desta parede, indo em direção aos quartos, ficará o computador. Onde será a porta de vidro separando a sala da varanda foi colocada a cerâmica, para que se saiba a altura exata para mandar instalar o blindex. O restante do piso da parte interna da casa, começo a assentar no sábado. Faltam uns 40 metros quadrados de piso e pelo menos o revestimento do box de um dos banheiros. Agora é botar a mão na massa e mudar assim que possível. A ideia de um mutirão seria legal, mas conseguir  amigos e familiares dispostos a ajudar já é um pouco mais dificil do que na teoria...rs. Assim, depois de 6 meses de obra, estas 3 semanas serão decisivas. Assim espero.

P.S- Ainda não vendi a Fazer (aqui o anúncio http://bit.ly/vNV7Kh ). Moto boa, anda bem e é econômica. Faz 30 km/litro. E claro, irá acelerar a compra dos vidros e do material que ainda falta.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Putz, o ano acabou. $$$ também.

Olá, pessoas que acompanham os meus posts. Eu já estava me sentindo culpando por não postar nada há mais de 10 dias...garanto que isso nunca me aconteceu antes. Mas, também este é meu primeiro blog e minha primeira casa própria, né?
Aconteceram coisas nestes dias. No trabalho, os preparativos para o almoço de fim de ano com clientes, deu tudo certo, tivemos 85 pessoas presentes, bons contatos. Foi cansativo, mas valeu a pena. Vamos para 2012 com boas perspectivas. Por outro lado, perdi um cliente que também perdeu nosso almoço. Mas, tudo bem. Ele era daqueles que não gostava de pagar ou valorizar o trabalho intelectual, só os "produtos".  Muita canseira e pouco lucro. Xáquieto. Teve também o livro do Amaury Ribeiro Jr, sobre a Privataria Tucana. Mostra os caras levando bilhões de dólares para as ilhas Virgens e voltando para as contas da filha, genro, amigos... em um esquema de lavagem de dinheiro que Al Capone não deve ter nem sonhado. Da mesma forma que estes políticos ladrões nunca entenderão o prazer de construir sua casa com muito suor e  dificuldade. Tem coisas que o dinheiro não compra. Ainda bem, né?
Mas, então. Voltando a falar da obra. Vocês viram que eu tentei, mas não teve jeito. Tive que anunciar  a venda da Fazer, meu dilema do post anterior.  (Interessados, aqui o link:  http://migre.me/77ydQ ). E ainda nesta semana, dispenso os pedreiros (que já foram avisados semana passada). A coisa apertou, não entrou um dinheiro que eu esperava conseguir e o jeito vai ser botar a mão na massa. O Natal tá chegando e tenho que me mudar. Tentarei conseguir folga no trabalho na próxima semana, para trabalhar na obra. Na outra semana, será recesso mesmo. Então, a meta é "ano novo já na casa nova".
Pedi que os pedreiros assentassem o piso da casa.  Vamos ver se terminam a parte interna. O rejunte eu mesmo farei. Assim como farei o rejunte dos tijolos. Colocar portas, pintar e botar os wc funcionando. As tomadas e lampadas já funcionam. Para ajudar, talvez eu traga um tio da minha esposa, que é marceneiro dos bons. Tem o Nils, amigo que também se ofereceu dar uma mão. Acho que vai acabar virando mutirão...rs
Árvore de Natal, Papai Noel, neve...tudo isso é muito bacana, mas deixa lá com os gringos, né? O meu fim de ano vai ser  trabalhando na casa e fazendo a mudança. Como eu costumo dizer, "a teimosia é uma de minhas poucas virtudes".

P.S.: Consegui folga no meu trabalho de 3 semanas para terminar a casa e me mudar. As 2 ultimas de dezembro e a 1a. de janeiro.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fazer ou fazer?

Quando eu postei aqui que a "Moto subiu no telhado" eu mostrei a "Negona" -que foi vendida lá atrás- antes de "fazer" o telhado. Até falei da "Fazer", mas só a mostro agora, é a moto azul na foto ao lado.
Pois cheguei na seguinte encruzilhada: preciso entregar o apto em que moro e me mudar logo para a casa, mas faltam coisas para "fazer" na casa e o $$$  tá faltando.
Vou priorizar algumas coisas na obra, para me mudar logo e dar uma parada. Indo, livro-me do aluguel. Dando folga pros pedreiros por uns dois meses,  me livro de um gasto que equivale ao que vale a "Fazer", se transformada em $$$. Tenderam? Vou tentar explicar.
Tendo os  quartos e banheiros prontos, mais a cozinha pela metade,  com água, eletricidade e pedindo pra transferir o telefone (com a internet dentro) dá para mudar. Certos detalhes eu mesmo posso cuidar neste período: terminar  o rejunte das paredes, passar o selador nas paredes externas e pintar as paredes internas diretamente no tijolinho, além de montar os armários. Terei o recesso de fim de ano e posso tirar uns dias de férias também.
Feito isso, o dinheiro não gasto com aluguel e com os pedreiros, me dará uma folga para poder retomar a obra. Chamo eles de novo e continuamos .
Dentro da casa, faltará colocar o forro de gesso e assentar o resto do piso, que já comprei. Falta ainda comprar os revestimentos das paredes (wcs, área de serviço e cozinha) e o piso da área externa.
Terminando, será hora de revestir a rampa de acesso à garagem com pedra de Pirinópolis e fazer uma calçadinha também com ela em volta da casa toda (necessário para proteger os alicerces de infiltrações).
Após isso, murar e gramar o restante do terreno. É muita coisa? Pode até ser, mas agora é fazer ou fazer.  E, sinceramente, tô tentando salvar a "Fazer".

P.S: se alguém não entendeu pq minha preocupação em "salvar", uma moto, favor dar uma olhada no meu perfil. Em especial na parte em que me defino como "motociclista".

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A moto subiu no telhado

A "negona" não existe mais. Ou melhor, existe, mas foi vendida. Espero que seja feliz com seu novo dono. Tive que vender a moto e colocar o dinheiro dela na construção da casa. Mais específicamente, para comprar o material que seria usado no telhado. A causa era nobre.
Minha esposa até se assustou quando fiz as contas e cheguei a conclusão de que seria necessário "sacrificar" a negona. -"Mas você vai ter coragem de vender? Você gosta tanto dessa moto"...coisas da vida.
Em resumo, a casa consumiu -até agora- um FGTS de 6 anos lecionando em uma faculdade particular, a negona e as economias que consegui acumular em um ano. O 13º ainda não entrou, mas não tenham dúvidas de que também será utilizado com este fim.
Não aconteceu o que todo mundo fala de que tinha um orçamento e que no fim custou o dobro ou o triplo. Mais ou menos o que eu previa gastar até ter o telhado pronto, foi o que gastamos.
Amanhã iremos fazer o rejunte dos tijolos. Ou seja, na colocação ficam pequenas frestas em alguns pontos, que precisam ser cobertas. Feito isso, as paredes externas devem receber um selador, que ajuda na impermeabilização, mas que não altera a aparência do tijolinho.Internamente, penso apenas em pintar os tijolinhos de branco, deixando-os, com seus encaixes aparentes.
Isso já é a reta final da obra, o chamado "acabamento". Acaba tudo mesmo...rs. Já fiz orçamento dos pisos, revestimentos dos banheiros e dos blindex. Tenho uma noção de quanto custará o forro de gesso. Depois ainda ficará faltando cercar a casa. Pretendo fazer uma meia-parede com os tijolinhos até uns 80 cms e em cima, colocar uma tela, para que eu possa "soltar os cachorros", literalmente. Hoje tenho um inofensivo mini-collie, mas pretendo ter também um pastor alemão. (O nome dele será "Papa", ok?)
Assim, fazendo as contas do que ainda falta, decidi que mais uma vítima será sacrificada: a moto que era do meu filho e que ficou comigo quando vendi a negona. Mas, não espalhem, pois não contei ainda a ela. Que fique entre nós. Falando nisso, alguém se interessa em comprar uma Fazer 250, com apenas 20 mil km rodados?