quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Prender para soltar os bichos

A planta baixa da casa ajudará entender a "solução" que pretendo usar para "cercar" o terreno e, literalmente "soltar os cachorros". O nosso lote tem 19 (de frente) por 40 metros, com um muro no fundo. Inicialmente, pensava em usar a "cerca-viva" apenas. Mas, ela ainda tem "falhas" que permitiriam tranquilamente a entrada e a saída dos animais. Para colocar uma cerca de metal em toda a extensão da "cerca-viva", seria praticamente 100 metros lineares a serem providenciados. Na frente da casa, além da cerca-viva, ainda imagino levantar um muro de alvenaria de uns 8 metros de extensão (sobraram tijolinhos suficientes para isso) e colocar um portão em outros 3 metros. 
Pesquisando nas lojas os materiais disponíveis, vi que estas telas prontas de alambrado tem rolos de 25 metros. Foi ai que imaginei  uma  "solução alternativa": se eu começar a cerca do fundo (muro) para a frente, os 25 metros vão terminar "no meio" da casa. De um lado terei uns 3 metros entre o "paredão" e a cerca. Do outro, do lado da horta, a distância é ainda menor, aproximadamente 1,5 metro. Decidi. Vou comprar apenas 50 metros de alambrado, com 1,5 m de altura e colocar antes da cerca-viva, usando postes de eucalipto tratado como sustentação a cada 2,5 metros. Fechando o fundo e as laterais, eu terei 2 únicos locais de "passagem": a porta de vidro da área de serviço e a entrada da varanda/garagem. Mandarei o serralheiro colocar um portão na entrada da varanda (tem 3,30m de largura). A entrada pela área de serviço permanecerá do mesmo jeito.
O gramado da frente, tem 10 metros da casa até a divisa com a rua, por enquanto ficará sem muros, grades ou telas. Futuramente, quando a cerca viva estiver maior na frente e fazendo o muro de alvenaria, eu mudo o portão de lugar e o reaproveitarei sem problemas.
Assim, agora, evito o gasto com mão de obra para fazer o muro em alvenaria e economizo a metade do material para o fechamento (telas e postes de eucalipto). Na internet achei um site que vende o alambrado 20% mais barato que nas lojas aqui do DF. Já fiz o pedido. Agora é comprar os postes de eucalipto, cavar os buracos e fixá-los com concreto. Logo o Alfa poderá ficar solto, ter muito mais espaço para correr atrás dos passarinhos e ainda ganhar a companhia de uma fêmea,  uma pastor alemão. Ok, ela deve se chamar "Beta"? Ou "Dalila"? Aceitamos sugestões de nomes.
A pampinha trouxe os 20 troncos de eucalipto para a cerca

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Não mais à venda

Eu tinha resolvido trocar a Fazer Vermelhinha por uma moto mais antiga, conforme postado aqui. Coloquei um anúncio na internet (de graça e dá mais resultado do que anunciar no jornal impresso, que não é nada barato) 69 pessoas visualizaram e uma me ligou interessada em ficar com ela. Só que o vendedor da outra moto desistiu de vender, vai deixar a moto com o filho dele. Logo, a Vermelhinha fica conosco, não esta mais à venda. Um amigo meu, que é dono de revenda de motos, tinha me desaconselhado a troca, afinal eu iria sair de uma moto nova, moderna, para uma mais antiga, que pode ser difícil encontrar algumas peças de reposição. Então, ficamos assim. O Alfa vai poder continuar pulando na Fazer sempre que a gente sai e disparando o alarme dela, como protesto. E uivando incomodado com o barulho. Normal...rs

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Alfa e seu gramado


Há tempos postei aqui que tinha montado uma "traquitana" que permitia ao Alfa se movimentar por toda a varanda preso a um cabo de aço. Pois bem, depois que a casa ganhou um gramado, sempre que eu soltava ele para passear, primeiro ele corria e brincava pelo gramado antes de ir para a rua comigo. Como estamos em época de presentes de Natal, resolvi "ampliar" o território dele, aumentando o percurso do cabo de aço para 14 metros, que agora avança em cerca de 6 metros no gramado do fundo. Fiz isso ontem, véspera de Natal. Ele agora pode brincar e fazer as "suas necessidades fisiológicas" no gramado. O refletor que coloquei ali para a Festa do Fim permite até que role um "futebol noturno", como mostram as fotos. Ele curtiu. Boas Festas a todos.

P.S.: Viajei para passar o Ano Novo com a família. Pensei em deixar o Alfa em um Pet Shop, mas achei sacanagem com ele. Ficar preso em uma gaiolinha, num lugar estranho, sem ter cometido nenhuma infração grave. Solução: pedi para o funcionário do condomínio ir lá de vez em quando, verificar se está tudo bem, abastecido om água e ração. Ele ficou em seu "habitat natural" cuidando da casa. Acho que assim ele ficará melhor em nossa breve ausência.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Som do Fim do Mundo

Banda Destiladus Blues
O Fim do Mundo aconteceu e também não aconteceu. Na quinta-feira, dia 20, saímos para trabalhar e quando voltei o Alfa latia desesperado e me apontava para dentro da casa. Tentava me contar que o mesanino/sotão que montei havia despencado. 2 dos cabos de aço se romperam e metade das toras veio abaixo. A outra metade ficou pendurada e deu trabalho para desmontar. Minha mulher entendeu que o cachorro estava me dando bronca, como se dissesse: -"Não disse que isso não ia dar certo?". Realmente ele latia enquanto eu montava a geringonça. Eu acho que ele dizia:-"A culpa não é minha, não fui eu quem derrubou". Fiquei tão p.. da vida que nem fotografei os destroços. Só posso dizer que a cena era típica do "Fim do Mundo". Como não tenho registro da imagem, "vocês precisam acreditar em mim" (citando Raulzito).
Markito, o cunhado-mala e vocalista da banda
Então, bagunça arrumada, a Festa do Fim aconteceu. A "Destiladus Blues", banda que meu cunhado é o vocalista, tocou ao vivo. Improvisamos um "palco" com pallets e uma tenda. Gilson, um amigo deles, fez uma participação especial com a gaita que deixou todo mundo de queixo caído.
O sentimento que eu tive na hora era "tem coisas que o dinheiro não compra". Claro que não paguei cachet, tocaram na "brodhagem" mesmo. Um dos integrantes da banda tinha saído e eles não tocavam juntos há 2 anos. Sem ensaio, se reuniram para tocar aqui na Festa do Fim. E arrasaram. O comentário de quem viu era "o legal é que os caras estão se divertindo em tocar".

Os vizinhos também parecem que curtiram o som, tanto que ninguém nem ligou para a polícia. Assim, quem perdeu, que  aguarde o Fim do Mundo-II. Deverá rolar um "revival" desta festa. Ou não, né?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Troca com troco



O que dizer de alguém que fica feliz em trocar uma moto nova, econômica, que nunca deu defeito por outra com o dobro da idade? Este cara sou eu. Estou comprando o Xiselão azul acima e vendendo a Fazer vermelhinha. Motivos? Vou tentar explicar racionalmente, até porque tem coisas que só a paixão motociclística pode decifrar. Para começar, eu gosto de motos trail. Tive 2 XL 250 e uma XT 600 (a saudosa "Negona"). Para chegar em casa pego 1km de estrada de terra, que na época da chuva (como agora) se transforma em estrada de lama. A Fazer é uma excelente moto, mas para o asfalto. Dá até dó colocar a coitada no barro, ela não nasceu para isso. Apesar de não ser mais fabricada, a XLX que estou comprando foi uma das melhores motos já lançadas no país, mecânica simples, resistente, um tratorzão. E esta é uma verdadeira relíquia: tem apenas 30 mil km rodados, ou seja, está em perfeito estado.
Assim, decidi trocar de moto. Vai sobrar um troco, que pretendo usar o dinheiro para cercar a casa. Já vi o preço do alambrado e dos postes de eucalipto tratado. Enquanto a cerca-viva não "fecha completamente", o alambrado permitirá que eu "solte os cachorros". Ok, que por enquanto é ainda no singular, apenas com o Alfa, que vai gostar muito de poder correr livre na grama atrás dos passarinhos. Mas logo tratarei de arrumar uma companhia para ele, estou pensando em uma fêmea de pastor alemão (que deve impor mais respeito aos intrusos do que o Alfa). 
P.S:
Estamos nos preparativos para a Festa do Fim do Mundo. Por esta razão não postei muita coisa nova nas últimas semanas. Criei um "evento" no feicebuqui e estamos mantendo os amigos informados do que estamos aprontando para recebê-los. Estou tentando trazer uns brothers que tem uma banda de blues para fazer um som ao vivo, ainda aguardo a confirmação deles, mas acho que vai rolar. Qualquer coisa, os vinis anos 80 quebram o galho também. Já consegui 2 tendas de 3X3 mts e penso em arrumar mais uma, para abrigar músicos e equipamentos, como também para colocar mesas e cadeiras no gramado (nesta época, sempre pode chover, né?). Já comprei e instalei 3 refletores para iluminar o gramado (um é o que está na esquerda na foto e os outros 2 iguais ao da direita) e coloquei mais 2 luminárias simples na parte externa. Claro que todos utilizando lâmpadas econômicas, afinal a casa é ecológica, né?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ainda acerca da cerca

A cerca viva que plantei em casa é a Sansão do Campo. Ela é bem rústica, resiste bem aos períodos de seca, e quando "fechada" cumpre seu papel de "isolar", fazendo um "muro verde", cheio de espinhos, pelo qual não vale a pena tentar passar. 
Pois bem, como já disse anteriormente, há 2 anos comecei a plantar a cerca viva. Em algumas partes do terreno ela cresceu bem, em outras falhou. Descobri que faltou adubar corretamente. Agora uso esterco de gado e o adubo químico NPK e ela está crescendo bem. 
Na parte da frente da casa (foto acima), ela está bem fechada e já precisei aparar algumas vezes. Se não cuidar, ela cresce muito, para cima (chega a 8 ou 10 metros de altura) e para os lados (pode ocupar 4 ou 5 metros de largura). Sei disso, porque plantamos ela no sítio de meu pai em Minas, e lá ela ficou imensa, "escondendo" a casa. Até agora eu comprava as mudinhas em bandejas com 64 unidades. Recentemente, replantei algumas onde havia falhas (foto esquerda), segui a dica de cavar uma vala e colocar as mudas nela. Parece que isso ajuda que elas se espalhem.
Mas, até agora, ainda não vi minha cerca produzir sementes. Pelo que pesquisei seria nesta época do ano (novembro/dezembro). Perto de casa tem uma chácara que tem esta cerca bem crescida, passei lá e vi que estava com muitas sementes. Colhi algumas e trouxe para casa. A régua mostra o tamanho das "vagens" com as sementes. Joguei água quente sobre elas para "quebrar a dormência" e resolvi fazer o teste plantando-as. Algumas eu plantei em pequenos potes e outras reutilizando a própria bandeja onde as comprei da última vez. Se der certo, não precisarei mais comprá-las. E quem sabe, no futuro, eu mesmo possa produzir mudas a partir da minhas próprias sementes, né?




P.S: quatro sementes já germinaram e aparecem na foto. Você pode até não enxergar (ainda), mas ali estão árvores com até 10 metros de altura.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Preparativos para o Fim do Mundo

Começando a pensar nos preparativos para a "Festa do Fim do Mundo". Primeiro passo: iluminar o gramado. Eu até tenho um refletor de 300 watts, lâmpada halógena, que usei para algumas filmagens em vídeo. Com mais 2 iguais a ele, com certeza eu iluminaria toda a área externa.
Mas, busquei uma outra solução mais econômica (em consumo). Encontrei uma lampada eletrônica de 45 watts e um refletor onde poderia ser colocada.
A foto acima foi tirada com o celular, às 21h. Esta parte do gramado tem uns 120m2, ele foi capaz de iluminar perfeitamente pelo menos a metade. Por esta conta, com 4 ou 5 refletores destes eu ilumino tudo, gastando 1/4 da energia que gastaria com os refletores "convencionais". 
Mas porque me preocupar com isso? Eles não serão usados todos os dias, só em ocasiões especiais. Oras, como o nome do próprio blog diz, nossa casa é ecológica. Buscamos o melhor aproveitamento da ventilação e da iluminação natural no projeto. Então, se buscamos reduzir o consumo da luz artificial no dia a dia, porque seria diferente quando nos preparamos para receber os amigos em casa? Afinal, não se gera energia elétrica sem impacto ambiental. Parece óbvio, mas é sempre bom lembrar, né? Não queremos que o mundo acabe de verdade.