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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Mamangava
Me disseram que esta abelha que poliniza o maracujá chama-se "Mamangava". Não perguntei o nome dela, e se ela respondesse, provavelmente eu não entenderia também. Então ficamos combinados assim, ela é a dona Mamangava.
Vi num Blog um texto bacana sobre ela: http://www.humaniversidade.com.br/boletins/abelha_mamangava.htm
Em resumo, o texto diz que a flor do maracujá é uma espécie única e que esta abelha também. Juntas, fazem o seu trabalho. Diz lá: "Lição: mesmo que tudo e todos te digam que é incapaz de ajudar o planeta, lembre-se da mamangava: faça a diferença, seja único, voe!!!!"
Lembrei-me de que tenho 2 grandes amigos, que também construiram casas com diferenciais ecológicos. Um tem gramado verde sobre os quartos e usa muita madeira de demolição. O outro fez praticamente uma "casa na árvore", pois no meio da casa mantém uma árvore que existia no terreno, camuflando a construção no meio das inúmeras espécies nativas (que ele mandou biólogos catalogarem).
Então, eu, com minha casa ecológica, com 300 m2 de gramado, 400 mudas de cerca viva plantadas, 13 frutíferas, como a tal abelha, faço a minha parte. Não é igual a nenhuma outra. Nem melhor, nem pior. É simplesmente a "minha".
Que cada um, joãodebarriamente falando, faça a sua. Simples, assim, né?
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Flores e espinhos
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| Mudas da cerca viva |
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| A tela junto da cerca viva |
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Caninos livres, mas cercados
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| Cerca viva na frente da casa |
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| O Portão e a portinha lateral |
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| Alfa sorrindo |
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| Lila fazendo pose |
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| A horta e a outra lateral fechada |
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| No fundo, a cerca viva cresce |
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| Lateral direita |
Além dos cachorros não terem sua rotina alterada (eita bicho que gosta de rotina, já reparam?) e, ao mesmo tempo, a casa não fica "vazia", sem movimento, o que poderia atrair os "amigos do alheio".
sábado, 12 de janeiro de 2013
Crescendo a família
Hoje fui no comércio buscar meu óculos novo. No caminho da ótica, vi alguns gatos e um cachorro em gaiolinhas na frente do pet shop. Na volta parei e fui perguntar sobre o cachorro. Me informaram que era uma fêmea SRD (termo moderno e politicamente correto para o velho e bom vira-latas) e estava ali para adoção. Assim começa a história da Dalila conosco, agora já sendo chamada apenas de "Lila". Fiz a apresentação formal dela para o Alfa. Ele até que foi amistoso com a dama, mas ela, recatada, se mostrou um pouco assustada ou receosa do assédio. Na dúvida, onde eu ia ela me seguia. "Qualquer coisa, esse humano me protege", imagino que este era o pensamento dela.
Notei que ela tinha carrapatos. Ainda no pet shop colocaram um remédio no dorso dela e garantiram que no máximo em três dias ela já estará livre deles. Por via das dúvidas, fiz um cercadinho para ela, onde o Alfa não consegue chegar perto (em 2 anos ele nunca teve carrapatos).
Também hoje me entregaram as telas de alambrado (veja na carroceria da pampinha). Com elas, vou cercar o terreno para poder soltar os cachorros. E que sejam felizes juntos, o macho Alfa e a fêmea Lila.
P.S: O Alfa foi comprado porque meu filho queria um Sheltie, pois estava encantado com as "qualidades da raça", assim topei comprar o filhote de uma criadora da raça para atendê-lo. Desde aquela época, eu já pensava em "adoção". Quando vi a Lila, não tive dúvidas. Disseram que ela tem cerca de 45 dias e que adulta deve ficar com uns 12 kilos. Eu acho que ficará maior, pois ela tem um dos pais que seria Fila. Mas isso, só vamos saber depois, né?
sábado, 5 de janeiro de 2013
Cerceamento ou liberdade?
Ontem trouxe com a pampinha os 20 postes de eucalipto tratado. Como um amigo observou: é madeira de reflorestamento. Acrescento: é barato, resistente e "combina" com o resto do projeto da casa. Eu já tinha feito uns testes antes, com sobras de cimento, areia e brita, fixando umas estacas para plantar mudas de pitaia e vi que a mistura 1:2:1 (cimento, areia e brita) era suficiente.Arrumei um carrinho de mão e preparei a massa (que dizem ser concreto) nele e preenchi os buracos feitos com a cavadeira para colocar os postes. Na foto em que aparece o carrinho, os postes ainda não estão fixados, por isso estão tortos. Ao colocar a massa, é só alinha-los, que eles vão secar já na posição correta. A compra da tela foi confirmada pelo site e devem me entregar em uma semana. Isso me dará tempo de fixar todos os postes e dar um tempinho para o concreto secar e ficar mais resistente. 40% deles já estão no lugar, em apenas uma manhã de trabalho. O cimento acabou, terei que comprar mais um saco. As sobras de areia e a brita serão suficientes para terminar o "serviço". Agora é ligar para o serralheiro providenciar o portão de correr e antes do fim de janeiro o Alfa terá o seu quintal cercado, para ele poder correr atrás dos passarinhos. Acho que ele vai curtir a "liberdade ainda que cercada". Logo eu que sou contra o cerceamento da liberdade...fazer o quê, né?
P.S.: Terminei de fixar todos os postes de eucalipto, foram 23 no total. Me prometeram entregar o alambrado até sexta, então acho que no fim de semana ele já estará colocado. Fica faltando o serralheiro, que já liguei e ficou de vir aqui tirar as medidas e me dar o orçamento do portão.
P.S.2.: Dois vizinhos vieram ver o que eu "estava aprontando desta vez". Resultado: em breve mais 2 terrenos no meu condomínio terão cercas iguais a minha...rs.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Prender para soltar os bichos
A planta baixa da casa ajudará entender a "solução" que pretendo usar para "cercar" o terreno e, literalmente "soltar os cachorros". O nosso lote tem 19 (de frente) por 40 metros, com um muro no fundo. Inicialmente, pensava em usar a "cerca-viva" apenas. Mas, ela ainda tem "falhas" que permitiriam tranquilamente a entrada e a saída dos animais. Para colocar uma cerca de metal em toda a extensão da "cerca-viva", seria praticamente 100 metros lineares a serem providenciados. Na frente da casa, além da cerca-viva, ainda imagino levantar um muro de alvenaria de uns 8 metros de extensão (sobraram tijolinhos suficientes para isso) e colocar um portão em outros 3 metros.
Pesquisando nas lojas os materiais disponíveis, vi que estas telas prontas de alambrado tem rolos de 25 metros. Foi ai que imaginei uma "solução alternativa": se eu começar a cerca do fundo (muro) para a frente, os 25 metros vão terminar "no meio" da casa. De um lado terei uns 3 metros entre o "paredão" e a cerca. Do outro, do lado da horta, a distância é ainda menor, aproximadamente 1,5 metro. Decidi. Vou comprar apenas 50 metros de alambrado, com 1,5 m de altura e colocar antes da cerca-viva, usando postes de eucalipto tratado como sustentação a cada 2,5 metros. Fechando o fundo e as laterais, eu terei 2 únicos locais de "passagem": a porta de vidro da área de serviço e a entrada da varanda/garagem. Mandarei o serralheiro colocar um portão na entrada da varanda (tem 3,30m de largura). A entrada pela área de serviço permanecerá do mesmo jeito.O gramado da frente, tem 10 metros da casa até a divisa com a rua, por enquanto ficará sem muros, grades ou telas. Futuramente, quando a cerca viva estiver maior na frente e fazendo o muro de alvenaria, eu mudo o portão de lugar e o reaproveitarei sem problemas.
Assim, agora, evito o gasto com mão de obra para fazer o muro em alvenaria e economizo a metade do material para o fechamento (telas e postes de eucalipto). Na internet achei um site que vende o alambrado 20% mais barato que nas lojas aqui do DF. Já fiz o pedido. Agora é comprar os postes de eucalipto, cavar os buracos e fixá-los com concreto. Logo o Alfa poderá ficar solto, ter muito mais espaço para correr atrás dos passarinhos e ainda ganhar a companhia de uma fêmea, uma pastor alemão. Ok, ela deve se chamar "Beta"? Ou "Dalila"? Aceitamos sugestões de nomes.
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| A pampinha trouxe os 20 troncos de eucalipto para a cerca |
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Ainda acerca da cerca
A cerca viva que plantei em casa é a Sansão do Campo. Ela é bem rústica, resiste bem aos períodos de seca, e quando "fechada" cumpre seu papel de "isolar", fazendo um "muro verde", cheio de espinhos, pelo qual não vale a pena tentar passar.
Pois bem, como já disse anteriormente, há 2 anos comecei a plantar a cerca viva. Em algumas partes do terreno ela cresceu bem, em outras falhou. Descobri que faltou adubar corretamente. Agora uso esterco de gado e o adubo químico NPK e ela está crescendo bem.
Na parte da frente da casa (foto acima), ela está bem fechada e já precisei aparar algumas vezes. Se não cuidar, ela cresce muito, para cima (chega a 8 ou 10 metros de altura) e para os lados (pode ocupar 4 ou 5 metros de largura). Sei disso, porque plantamos ela no sítio de meu pai em Minas, e lá ela ficou imensa, "escondendo" a casa. Até agora eu comprava as mudinhas em bandejas com 64 unidades. Recentemente, replantei algumas onde havia falhas (foto esquerda), segui a dica de cavar uma vala e colocar as mudas nela. Parece que isso ajuda que elas se espalhem.
Mas, até agora, ainda não vi minha cerca produzir sementes. Pelo que pesquisei seria nesta época do ano (novembro/dezembro). Perto de casa tem uma chácara que tem esta cerca bem crescida, passei lá e vi que estava com muitas sementes. Colhi algumas e trouxe para casa. A régua mostra o tamanho das "vagens" com as sementes. Joguei água quente sobre elas para "quebrar a dormência" e resolvi fazer o teste plantando-as. Algumas eu plantei em pequenos potes e outras reutilizando a própria bandeja onde as comprei da última vez. Se der certo, não precisarei mais comprá-las. E quem sabe, no futuro, eu mesmo possa produzir mudas a partir da minhas próprias sementes, né?
P.S: quatro sementes já germinaram e aparecem na foto. Você pode até não enxergar (ainda), mas ali estão árvores com até 10 metros de altura.
Mas, até agora, ainda não vi minha cerca produzir sementes. Pelo que pesquisei seria nesta época do ano (novembro/dezembro). Perto de casa tem uma chácara que tem esta cerca bem crescida, passei lá e vi que estava com muitas sementes. Colhi algumas e trouxe para casa. A régua mostra o tamanho das "vagens" com as sementes. Joguei água quente sobre elas para "quebrar a dormência" e resolvi fazer o teste plantando-as. Algumas eu plantei em pequenos potes e outras reutilizando a própria bandeja onde as comprei da última vez. Se der certo, não precisarei mais comprá-las. E quem sabe, no futuro, eu mesmo possa produzir mudas a partir da minhas próprias sementes, né?
P.S: quatro sementes já germinaram e aparecem na foto. Você pode até não enxergar (ainda), mas ali estão árvores com até 10 metros de altura.
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