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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

No Copyright


 Não. Qualquer semelhança não será mera coincidência. Minha vizinha de frente está construindo uma casa para o filho aqui no nosso condomínio, na rua de trás. Quando ela me viu colocando os postes de eucalipto tratado para a cerca comentou que gostou, perguntou preços e detalhes de onde os comprei. Hoje, passeando com o cachorro, vi que já está providenciando uma cerca semelhante na nova casa.
Sinceramente, acho legal que mais pessoas usem soluções sustentáveis, como estas madeiras de reflorestamento. Devagar, vou "influenciando" para que meus vizinhos também se tornem mais "ecológicos". Afinal, foi para difundir estas ideias e mostrar que elas podem ser viáveis economicamente que me levou a fazer este Blog. Né? Abraços a todos.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Som do Fim do Mundo

Banda Destiladus Blues
O Fim do Mundo aconteceu e também não aconteceu. Na quinta-feira, dia 20, saímos para trabalhar e quando voltei o Alfa latia desesperado e me apontava para dentro da casa. Tentava me contar que o mesanino/sotão que montei havia despencado. 2 dos cabos de aço se romperam e metade das toras veio abaixo. A outra metade ficou pendurada e deu trabalho para desmontar. Minha mulher entendeu que o cachorro estava me dando bronca, como se dissesse: -"Não disse que isso não ia dar certo?". Realmente ele latia enquanto eu montava a geringonça. Eu acho que ele dizia:-"A culpa não é minha, não fui eu quem derrubou". Fiquei tão p.. da vida que nem fotografei os destroços. Só posso dizer que a cena era típica do "Fim do Mundo". Como não tenho registro da imagem, "vocês precisam acreditar em mim" (citando Raulzito).
Markito, o cunhado-mala e vocalista da banda
Então, bagunça arrumada, a Festa do Fim aconteceu. A "Destiladus Blues", banda que meu cunhado é o vocalista, tocou ao vivo. Improvisamos um "palco" com pallets e uma tenda. Gilson, um amigo deles, fez uma participação especial com a gaita que deixou todo mundo de queixo caído.
O sentimento que eu tive na hora era "tem coisas que o dinheiro não compra". Claro que não paguei cachet, tocaram na "brodhagem" mesmo. Um dos integrantes da banda tinha saído e eles não tocavam juntos há 2 anos. Sem ensaio, se reuniram para tocar aqui na Festa do Fim. E arrasaram. O comentário de quem viu era "o legal é que os caras estão se divertindo em tocar".

Os vizinhos também parecem que curtiram o som, tanto que ninguém nem ligou para a polícia. Assim, quem perdeu, que  aguarde o Fim do Mundo-II. Deverá rolar um "revival" desta festa. Ou não, né?