segunda-feira, 30 de abril de 2012

Chuvas, água e frutas



Por sugestão de um amigo aqui no Blog,  fiz um sumidouro com cascalho, brita e areia para as águas do tanque e da máquina de lavar, na frente da casa. Plantei um pé de coco-anão do lado, para aproveitar a umidade (foto acima). O mesmo fiz com a fossa, plantei outro pé de coco (ao lado). Outra opção seria plantar bananeiras, que também "puxam" a água. Mas minha esposa teve receio, porque quando era pequena sempre ouvia que onde tinha bananeiras, tinha cobra. Isso até pode ser verdade perto de rios e corregos, não é o caso aqui.
Assim, na frente ficaram os 2 pés de coco, uma mangueira e um pé de abacate. No fundo do terreno, plantei 2 pés de amora, limão, jabuticaba, acerola, outra mangueira e carambola. Muita coisa? Esta é a vantagem de ter um terreno em que a casa ocupa menos de 1/4 da área. Em alguns anos teremos muitas frutas. Este ano já tive amoras e limões
Estamos no final da época chuvas por aqui, o mato cresceu. Resolvi fazer um "caminho" por entre as plantas no quintal. Capinei o mato e coloquei na trilha areia, saibro, argila e entulhos que sobraram da obra. Espero com isso impedir que o mato cresça ali, meio que "pavimentando". A "empreiteira" fui eu mesmo. Deu trabalho limpar e, principalmente, levar a areia no carrinho de mão. Vamos ver se fica bacana. No futuro, a idéia é plantar grama em volta e o caminho pode ganhar o revestimento de pedras. Mas isso, só numa próxima estação de chuvas.

P.S.: Esta é a mangueira que plantei na frente da casa

domingo, 15 de abril de 2012

Cachoeira: o protesto canino

Consultei a foto da ducha ainda na embalagem, para me certificar do "nome oficial" dela, tá lá escrito: "Cascata", o que não deixa de ser  alusão a um tipo de cachoeira, né?
 Pois bem, ela já está em funcionamento há algum tempo e tem tido algumas funções distintas: As crianças adoram se refrescar nela, nos dias quentes. Tem também os pais das crianças, que buscam recuperar-se dos excessos etílicos. E, finalmente, os banhos no cachorro, que a contra-gosto, percebe que tem um monte de água caindo em cima dele e que não tem como fugir, coitado. Como o Alfa tem pelos longos, o ideal é que o banho seja em dias ensolarados, para secar mais rápido.
A foto da ducha foi tirada hoje às 9hs. O sol já estava quente. Daqui a pouco, mais perto da hora do almoço será o melhor horário para o banho canino. Melhor não contar pra ele ainda.
E assim, em breve, o Alfa também fará seu protesto particular contra "Cachoeira". Politizado, o dog, né?
P.S: Na foto acima, depois do protesto, digo, banho.

P.S2: A casa fica perto da cachoeira do Tororó (4 km). Agora, com o Cachoeira preso na Papuda (9 km), tenho "2 cachoeiras" perto. Será que isso valoriza o imóvel? kkkk

sábado, 31 de março de 2012

Re-reciclada

Antes de colocar a porta de vidro na lateral da sala, eu usei uma placa de madeira OSB, dessas de tapume, para fechar. Pois bem, depois de colocada a porta, "sobrou" esta placa, que tem 1,22 X 2,20m. Cortei ela em 4 partes com 30,5 cm de largura e fiz o "caixote" desta estante. As 2 prateleiras com bordas marrom eram de portas de armário, que eu já tinha e resolvi aproveitar também. Assim, a profundidade da estante é 30,5cm. A largura é de 1,85 e a altura, 1,10m. Acho que caberá alguns livros...rs. Ela está no corredor de acesso aos quartos, onde será meu "escritório". No cantinho inferior direito dá para ver a ponta da escada. Isso pq a estante foi fixada a 1,60m do chão. Embaixo dela ficará a mesa do meu computador.
Como a placa OSB já estava ressecada, com as lascas de madeira mais soltas, passei uma massa corrida nela, para poder lixar e deixar lisinha. Dai a cor branca que ficou. No fundo da estante, usei um compensando fino (4 mm). Esta parte do fundo vou escurecer com verniz, o restante ficará tudo branco. Mais adiante, vou mandar cortar 3 pedaços de MDF e fazer 3 portas de correr, fechando a estante. Mas isso, a gente vê depois. Ok?

P.S.: A arrumação pode melhorar. Mas já usando a estante para alojar as caixas e coisas da mudança ainda.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Enfermidade


Peguei  fotos de diferentes momentos da obra onde a pampinha ora trabalhava, ora só fazia figuração. Pois bem, depois de mais de um ano, ontem pela primeira vez ela dormiu longe de casa, na rua em que escolheu ficar. Problemas no cambio ou na embreagem, dizem especialistas. Já foi transferida para a oficina, que ficou de dar o diagnóstico amanhã  apóscirúrgia de abertura do câmbio. Acompanhará  orçamento. Não, a pampinha não tinha plano de saúde. Estou me locomovendo com uma moto, emprestada de um amigo, que ficou parada tempos na casa dele, pois precisava de reforma e  emplacamento. Esta só se recuperou quando a pampinha levou ela na caçamba pra oficina e pro detran. Peço a todos sinceros votos de breve recuperação a minha companheira guerreira.  Abraços a todos.

P.S.: A pampinha voltou pra casa na quinta-feira, véspera de feriado. De cambio novo, ainda erro posição das marchas, não é mais como antes. No mais, passamos bem.

sábado, 24 de março de 2012

Jênio contra o Moto-Çerra


O problema: antes de começar a construir, resolvi que plantar uma cerca viva seria o mais legal. Ficava mais barato do que fazer um muro, daria privacidade e segurança, podendo deixar o(s) cachorro(s) solto(s). Plantei umas 400 mudas de sansão do campo, uma cerca viva cheia de espinhos iguais aos de roseiras, que, dizem, não passa nem cobra ou gato por ela, já que são cerca de 300 espinhos por metro quadrado.
Pois bem, a cerca viva só vingou e ficou bacana num dos cantos da frente da casa, no restante ela pegou mas não cresceu o suficiente. Vi na internet que o adubo que dava melhor resultado para ela era os com maior concentração de fósforo. Comprei o adubo e espalhei por toda a cerca.  Agora é esperar pra ver ser ela cresce no restante do terreno. Mas, na frente da casa a cerca estava muito alta e se espalhando pelos lados. Tentei cortar com uma tesoura de poda, mas os galhos grossos complicavam. Usei uma serra manual, dava uma canseira danada e o serviço não rendia. Existem uns aparadores eletricos de cerca viva, mas achei que eles não dariam conta dos galhos mais grossos. A saída seria comprar uma motoserra, que custa em torno de 900 reais. Foi ai que resolvi testar uma outra solução: durante a obra tive que comprar uma máquina serra-mármore, para cortar pisos e cerâmicas. Coloquei um disco nela apropriado para cortar madeiras, uma extensão elétrica que eu já tinha e fiz o teste. Descobri que ela cortava os galhos brincando (são 12 mil rpm). O resultado pode ser visto na foto maior, a cerca viva aparada, certinha. Evitei precisar comprar uma moto-serra, que é mais caro e pesa bem mais, tornando o serviço mais cansativo. Até porque moto-serra não é nada simpático ou ecológico, lembra desmatamento ou aquele doido que queria ser presidente e antes jurou que não deixava a prefeitura de SP, porém deixou, e agora quer ser candidato de novo. É até capaz de ter gente que ainda vota no "coiso". Coisa mais doida, né? Mas, enfim, economizei uns bons trocados, né?

P.S1.: Fui ver na nota fiscal, o peso da serra-mármore. Diz lá: 3,8 kg. A motoserra a gasolina mais leve que vi era 1 kg a mais. Isso faz uma diferença enorme na dor nas costas no dia seguinte...rs.

P.S2.: O Alfa odeia o barulho da serra elétrica.

terça-feira, 20 de março de 2012

Guia do Cerrado

Neste fim de semana recebi uns amigos, a ideia era ir até a cachoeira do Tororó logo cedo e depois fazer um churrasco lá em casa. Segundo o google earth, a cachoeira fica em torno de uns 2,5 km de onde eu moro. Me falaram que era só seguir até o final da rua e achar a trilha. Assim fizemos, andamos, andamos, a trilha acabou no meio do mato e nada de cachoeira. Mas, eis que achamos esta bela flor nativa do cerrado. Ela tem em torno de 1 metro de altura. Claro, fotografei.  Só de descobrir a plantinha, valeu a caminhada. Voltamos com mais apetite e sede, resolvidos com carne e cerveja.
Depois descobri que a entrada da cachoeira fica na outra entrada, mais ou menos 1 km de onde estavamos. Mas isso fica pra outra oportunidade, ok?


sábado, 10 de março de 2012

engenhoca

 
O Alfa vigia o fundo do terreno. Tudo que se mexe ou voa, ele quer perseguir. De libélulas a aviões, mas o esporte predileto dele é correr atrás das suíndaras, umas corujinhas que tem por aqui. Sempre que solto ele para passear no condomínio, ele vai direto onde elas ficam. Só depois de correr muito atrás delas é que ele lembra que tem dono e me acompanha. A varandinha em que ele está na foto é estreita, mas permite que ele se desloque por todo o fundo da casa. O segredo está em um cabo de aço com uma pequena roldana, que o deixa à vontade. Agora que o piso da varanda ficou pronto (foto da esquerda), estiquei outro cabo de aço e outra roldana para ele. Ali, ele pode ir do fundo para a frente da casa e fica mais protegido quando chove.
Antes de colocar a roldana, um dia ele escapou e ficou preso em uns arbustos no fundo do terreno, todo enrolado na corda e molhado, porque chovia. Só quando chegamos do trabalho é que ele foi resgatado. Como disse um amigo meu, depois dessa, ele pode ser preso até com linguiça que não vai pensar em fugir. Cachorro esperto, né?

P.S.: Domingo, almoçamos fora e quando voltamos notei que ele estava solto. A roldana quebrou. Mas, ele estava quietinho na varanda, meio desconfiado e envergonhado, na certa, sentindo-se culpado. Acho que a "teoria da linguiça" funcionou. Ele poderia ter ido para onde quisesse, mas preferiu ficar ali, pois é a única casa que tem. Acho que aprendeu a lição da última fuga...rs. Animal inteligente.